Quando vale a pena ter um sistema próprio de gestão de marketing
Em resumo
Vale a pena ter um sistema próprio de gestão de marketing quando o negócio já investe em mídia com constância e não consegue dizer qual campanha gerou qual venda. O sinal prático é este: se responder 'de onde veio esse cliente?' exige abrir três ferramentas e uma planilha, o custo do improviso já é maior que o custo do sistema.
Os sinais de que a planilha acabou
- Leads chegam por canais diferentes e ninguém consolida a origem.
- O relatório mensal é uma exportação de plataforma, não uma leitura da operação.
- O comercial trabalha em outro lugar do marketing e os dois não se falam.
- Decisão de verba é tomada por sensação de que 'esse mês rendeu'.
O que o sistema precisa registrar
- Origem e campanha de cada contato, sem digitação manual.
- Todas as etapas do funil, do primeiro clique ao contrato assinado.
- Investimento por canal, no mesmo lugar do resultado.
- Histórico de atendimento ligado ao lead, não à pessoa que atendeu.
Comprar pronto ou construir
Ferramenta de prateleira resolve casos padronizados e é o caminho certo para muita gente. O problema aparece quando o processo comercial do negócio não cabe no modelo da ferramenta e a equipe passa a burlar o sistema — nesse ponto, um sistema sob medida sai mais barato que a soma das licenças e dos contornos.
Perguntas frequentes
- Um sistema próprio substitui o CRM?
- Pode substituir. No Sistema 360, o CRM é um módulo, ligado por padrão à origem do lead e ao investimento de mídia.
- Quanto tempo leva para implantar?
- A base costuma entrar no ar no primeiro mês do contrato, e os módulos vão sendo ligados conforme a operação amadurece.